Ainda procuro onde
a razão desse meu coração
se esconde
quinta-feira, 29 de julho de 2010
segunda-feira, 26 de julho de 2010
terça-feira, 20 de julho de 2010
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Insônia
No céu, a lua. Na cama, eu.
O sono vem quando o sol surgir,
Depois que a Bela adormeceu.
Sonhos me fazem querer sorrir.
As minhas horas? o gato comeu.
Cadê o sono que estava aqui?
O sono vem quando o sol surgir,
Depois que a Bela adormeceu.
Sonhos me fazem querer sorrir.
As minhas horas? o gato comeu.
Cadê o sono que estava aqui?
segunda-feira, 5 de julho de 2010
De noite eu me acordo
de dia eu me recordo
(eu só discordo porque estou de acordo)
Se o tempo ficou disperso
o amor não estava disposto
e um romance já não é mais certo
Se tudo não cabe num verso
o amor é um caso ao inverso
e um romance não espera agosto
De dia você me acorda
de noite você me recorda
e se eu não tenho porto, não me importo
Mas deixo aberta a porta
pois não importa o resto:
o seu protesto não resiste ao gosto
Se o tempo ficou disperso
o amor não sentiu remorso
e um romance vou gravar no rosto
Se tudo não cabe num verso
o amor se perdeu no universo
e um romance vou guardar no bolso
de dia eu me recordo
(eu só discordo porque estou de acordo)
Se o tempo ficou disperso
o amor não estava disposto
e um romance já não é mais certo
Se tudo não cabe num verso
o amor é um caso ao inverso
e um romance não espera agosto
De dia você me acorda
de noite você me recorda
e se eu não tenho porto, não me importo
Mas deixo aberta a porta
pois não importa o resto:
o seu protesto não resiste ao gosto
Se o tempo ficou disperso
o amor não sentiu remorso
e um romance vou gravar no rosto
Se tudo não cabe num verso
o amor se perdeu no universo
e um romance vou guardar no bolso
quarta-feira, 30 de junho de 2010
domingo, 27 de junho de 2010
sexta-feira, 25 de junho de 2010
quinta-feira, 24 de junho de 2010
De madrugada
Ao longe, o som da insônia.
A lua, luz e saudade.
E pela janela,
que é minha tela
Essa luz revela,
ao passar por ela
A cor da noite
Tingindo meu chão de escarlate.
Do quarto, o sono encobre.
A chama, luz e vontade.
E sua, queimando à vela
Eu nua, na passarela
Da cor da noite
Até que o sono me bate.
A lua, luz e saudade.
E pela janela,
que é minha tela
Essa luz revela,
ao passar por ela
A cor da noite
Tingindo meu chão de escarlate.
Do quarto, o sono encobre.
A chama, luz e vontade.
E sua, queimando à vela
Eu nua, na passarela
Da cor da noite
Até que o sono me bate.
terça-feira, 22 de junho de 2010
Vazio
Não tenho medo do mundo
O mundo não me destrói
Meu desejo é tão profundo
Que no coração me dói
Não tenho medo da vida
Viver é um ato eterno
Uma eterna despedida
Uma saída pro inferno
Meu medo é coisa pensada:
Do coração tiro o medo
E quase não sobra nada
Esse vazio me distrai
Um vazio que me dá medo
E do próprio medo sai
O mundo não me destrói
Meu desejo é tão profundo
Que no coração me dói
Não tenho medo da vida
Viver é um ato eterno
Uma eterna despedida
Uma saída pro inferno
Meu medo é coisa pensada:
Do coração tiro o medo
E quase não sobra nada
Esse vazio me distrai
Um vazio que me dá medo
E do próprio medo sai
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